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Dicas da Itália

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Depois de Londres  e Paris chegou a vez de passarmos algumas dicas sobre a terra das nossas famílias, a bela Itália!

Já falamos sobre como alugar quartos em casa locais está nos ajudando a viver experiências muito legais e, ao mesmo tempo, manter nossa média de gastos dentro do ideal. Na Itália não foi diferente. Em Turim nos hospedamos na casa de uma família muito querida, que nos proporcionou bastante conforto e conversas interessantes. A casa era cheia de personalidade, reflexo do dom artístico dos nossos anfitriões: Sonia, uma estilista nada comum e Max, engenheiro durante o dia e escritor e cantor fora do horário de trabalho.

 

Nosso quarto confortável em Turim.

Nosso quarto confortável em Turim.

O Guto achou até um violão para matar as saudades!

O Guto achou até um violão para matar as saudades!

Detalhe da casa de Sonia e Max.

Detalhe da casa de Sonia e Max.

Em Roma também nos hospedamos através do AirBnB. Lá pudemos conhecer Cláudia e Federica, duas italianas de regiões diferentes do país, muito dispostas a nos ajudar em tudo que precisamos. Em uma das noites, a Federica até preparou para nós uma autêntica massa italiana (que estava incrível), e nós retribuímos com brigadeiro e caipirinha. Foi uma noite de muita conversa e que nos lembrou o principal atrativo desse tipo de hospedagem: a troca com os anfitriões.

 

Um gostinho do que experimentamos na casa das meninas.

Um gostinho do que experimentamos na casa das meninas.

Em Veneza e Florença, no entanto, não foi tão fácil encontrar hospedagens bem localizadas e que não estourassem nosso orçamento. Partimos então para os campings! As tendas são um pouco diferentes do que vemos no Brasil, são estruturas maiores com camas de verdade, o que fornece um pouco mais de conforto. A média do preço fica entre 10 e 15 euros por pessoa, o que é bem barato para essas cidades, mesmo quando comparado aos albergues. Mas, como tudo na vida, o camping também tem suas desvantagens. Para a Tati, a principal foi acordar gritando no meio da noite pois havia um caramujo gigante e melequento tentando se acomodar no meio da sua cama. Eca!

 

Encontramos oliveiras nos dois campings! Mas não tentem comer as azeitonas, o Guto comprovou que elas só são boas depois da conserva mesmo. Hehe.

Encontramos oliveiras nos dois campings! Mas não tentem comer as azeitonas, o Guto comprovou que elas só são boas depois da conserva mesmo. Hehe.

Nas duas cidades os campings eram bem localizados. O de Veneza fica na verdade em Mestre, cidade vizinha, mas em 10 minutos de ônibus já estávamos na ilha. E o de Florença, fica ao lado da Piazzale Michelangelo, ponto turístico de onde se tem uma vista linda de toda a cidade. Lá fizemos dois piqueniques ao fim do dia, vendo a cidade acender. Programa inesquecível e super, super baratinho!

Falando em programas econômicos, uma coisa que sai muito barato na Itália é comer pizza! Uma pizza margherita, por exemplo, custa em média 5 euros. Eles normalmente comem uma por pessoa, mas nós só tentamos isso uma vez (e sofremos para terminar!). Nas outras sempre dividíamos, o que deixava a refeição na média de 2 a 3 euros pra cada um.

Também nos divertimos muito indo a um bar assistir a um jogo de futebol junto aos Romanos fanáticos. O preço da pizza era o mesmo, já o da cerveja era mais inflado. Uma pra cada um só para completar a experiência.

 

Dia de jogo em Roma. Pizza, cerveja e vitória do Roma sobre o Sampdoria!

Dia de jogo em Roma. Pizza, cerveja e vitória do Roma sobre o Sampdoria!

E claro que não podemos deixar de falar sobre o principal programa a ser feito em todas as cidades da Itália: caminhar, caminhar, caminhar. Só assim para descobrir as cidades e encontrar uma rua mais charmosa e cheia de história que a outra – e é de graça!

 

Flanando pelas ruelas cheias de charme de Veneza.

Flanando pelas ruelas cheias de charme de Veneza.

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